Archive for julho, 2008
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quarta-feira, julho 30th, 2008enquanto isso, na mesa ao lado..
quarta-feira, julho 30th, 2008- Preciso de caderno. Três cadernos!
Normal isso, mas sério que estranhei. Fazia um tempão que não ouvia alguém proferindo tais palavras. Tem essa coisa contemporânea de escrever tudo no Word, ou então blogs, orkut e afins. Eu, particularmente, sou adepto do fichário há muito tempo, desde a faculdade - isso deve dar uns 8 anos pelo menos. Tenho cadernos velhos aqui que ainda me são úteis na hora de rabiscar uma idéia, mas o artefato anda se tornando meio obsoleto. Não tinha me ocorrido, mas quando abri aqui o Windows Live Writer pra começar este post veio à minha cabeça a música de Toquinho, ‘O Caderno’. Quem não se lembra? Linda! Quando comprei o CD ‘Casa de Brinquedos’ pra minha sobrinha fiquei - obviamente - mais afoito que ela pra querer ouvir logo, e quando chegou nessa faixa eu pulei, não ouvi, fiquei extremamente emocionado (o ‘obviamente’ explica-se por eu ter tido o bolachão e pra ela aquilo ainda não fazia muito sentido; o mesmo ocorreu com ‘Arca de Noé’, de Toquinho e Vinícius).
Enfim, queria apenas expressar o espanto pelo meu estranhamento.
Só peço a você um favor, se puder, não me esqueça num canto qualquer
Man on the edge
segunda-feira, julho 28th, 2008
Que fique o exemplo pra todos os marketeiros online: spam não faz bem à cabeça de ninguém.
saudade 2
domingo, julho 27th, 2008.. e tudo foi acontecendo como das outras vezes, beijos e abraços, prosa em demasia pra rolar, alguma música, muitas risadas. Por vezes demora pra embalar, mas já o ritmo acelera e tudo parece estar fazendo sentido novamente. A gente fica perto ou fica longe por um tempo sem se ver, levando a vida, conhecendo gente nova pra trazer pra roda - ou trazendo velhos amigos.
O prazer de tudo isso pode até ser descrito, mas acho que não tem necessidade. Deixa só no que a gente sente, no que levamos após eventos como este..
Valeu!
saudade
quinta-feira, julho 24th, 2008do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
Bateu um tom de quero mais hoje. Em 2008 faz 5 anos que tivemos nossa primeira formatura, Licenciatura em Psicologia. Deu uma baita saudade daquelas pessoas, "desejo de as tornar a ver". Isso fez com que eu me mobilizasse e então lancei a proposta de uma re-união no fim deste ano. Vamos ver no que vai dar! Espero que a galera compre a idéia e possamos nos ver novamente! Tá cada um pra um lado, uns nem estão neste continente. Todo mundo ralando e cuidando da vida (da sua, dos respectivos parceiros e também dos pequeninos que vieram ou estão por vir).
Vai ser legal! Tenho certeza!
Barbie girl
quarta-feira, julho 23rd, 2008
Alex Sandwell Kliszynski é um fotógrafo de casamentos. Além disso também possui trabalhos artísticos muito interessantes em que seus modelos são transfigurados em bonecos plásticos estilo barbie. Observar as imagens me trouxe, ainda que brevemente, por falta de fundamento ou de saco, uma reflexão sobre a efetiva artificialização e pasteurização do - como chama o Border - antropos moderno. Estereótipos inatingíveis transformando homens e mulheres em réplicas de si, insípidas, inodoras e de material atóxico.
A REVOLUÇÃO DAS DROGAS
quarta-feira, julho 23rd, 2008Você já ouviu falar no I-Doser? É bem possível que sim. Ele surgiu em 2005 e vem ganhando cada vez mais adeptos, um exemplo disso é a comunidade no Orkut que não pára de crescer. O software que promete simular efeitos similares ao das drogas consumidas ao redor do mundo (das leves às mais pesadas) funciona a partir de freqüências sonoras chamadas sons binaurais, que ouvidas por determinado tempo sincronizam as ondas cerebrais em mais ou menos Hz, deixando-o mais ativo ou relaxado e até experimentando conversas com sua alma, alucinações ou viagens para fora do corpo. Apesar da novidade, a descoberta de que freqüências somadas poderiam alterar a consciência humana aconteceu em 1839 pelo estudioso alemão Heinrich Wilhelm Dove.
Os sons consistem em chiados e barulhos nada agradáveis onde o usuário deve ficar em média 30 minutos sem fazer absolutamente nada, apenas concentrando-se nos ruídos que devem ser ouvidos em fones estéreos. Uma das doses mais interessantes relatadas pelos usuários é a Lucid Dream, a qual o usuário deve tomar antes de dormir, o I-Doser promete com algum treino torná-lo mais consciente em seus sonhos dando o poder de controle e ao acordar lembrar de tudo o que sonhou.
As doses são descartáveis, após usá-las as mesmas são invalidadas, para repetir basta ir ao site (www.i-doser.com) e comprar mais doses. Apesar de inúmeros relatos da eficácia das doses muitos não conseguem atingir os efeitos esperados e dizem se tratar de placebo. Os criadores do software dizem que assim como as drogas a reação varia de pessoa para pessoa e que há possibilidade de que as mesmas não estejam usando as doses da maneira recomendada.
A novidade trouxe muita polêmica, os responsáveis pelo programa puxam a sardinha para seu lado alegando que o mesmo é para uso de entretenimento, e que muitos viciados escrevem e-mails dizendo estarem se beneficiando do I-Doser para largar a droga química. Por outro lado, autoridades brasileiras referentes ao assunto afirmam que do ponto de vista de prevenção não é adequado, pois induz à experimentação e mais cedo ou mais tarde o usuário vai querer tomar uma dose de verdade. Outro ponto inquestionável é que por mais que não cause os mesmos danos físicos das drogas em si, as doses virtuais podem causar dependência psicológica, como qualquer atividade em excesso.
Bom ou ruim a pedra foi lançada, acho que ela reflete muito bem o contexto atual, onde parecemos estar caminhando cada vez mais para um mundo artificial/virtual, os humanos colocando as máquinas frente ao contato direto com o mundo externo e com as pessoas, as drogas ganhando mais importância talvez por serem tão bem adequadas ao amortecimento da realidade. Será um meio de se sentir protegido perante o caos e a violência que apavoram e instituem um sentimento de medo global? Seqüestros, terrorismo, guerra entre as nações, aquecimento global, esgotamento da natureza, ninguém confia mais em ninguém e, ao invés do homem tentar solucionar os problemas que estão aí à tona, lhe parece mais pertinente cuidar do seu umbigo, ignorar a realidade e fazer rios de dinheiro.
Disse noutro momento que publicaria este artigo após aprovação do autor; aprovado, postado! Manoel Santos é psicólogo, exímio guitarrista, flamenguista e nosso amigo pessoal
, portanto, tomem cuidado com ele!
graveleux
terça-feira, julho 22nd, 2008.. foi quando Ele olhou pra baixo e pensou em voz alta “Cacilda, mas o que foi que eu fiz? Tudo bem, tudo bem, não
posso ter errado! Inadmissível!” Aí veio aquela parte da costela que todo mundo já conhece. Claro, quis consertar, tipo árbitro que dá penalti ou cartão vermelho pra compensar. Indecente! Quer dizer, que direito todo é esse de deixar-nos protótipos? Proto tipo? Eu? Aí fico ventando isso e aquilo, dando de voar em quase choro - é quase é porque é não. Pior é pousar-te em meus braços - “sentir, sentir” - é frase é porque é não. Viste? Se morro por aí embalam-me em plástico branco, que é de pérfuro-cortante..
"o passado é um olho na janela, não a cara toda"
segunda-feira, julho 21st, 2008
Ô hôme pra ter frase boa que nem esse! Fico mesmo intrigado e até certo ponto enciumado, mas com 5 minutos de discurso a gente vê que a coisa não é em vão (nem do museu!). Tava aqui lembrando do show que vi, devia ter ido nas 4 noites - ou, pensando bem, em 3 delas, uma foi muito especial e nem Tom Zé valeria substituí-la, ele sabe bem porquê!
É meu grilo falante favorito! Saca? Tipo o vagalume da Leka. Mas o meu fala demais, grita, pula, até sussurra, e ultimamente tem usado um teclado pra se comunicar. Exatamente! Taí ó, já vou deixar aqui do ladinho (<<–), juntinho aos nossos amigos. Entra lá, fuça tudo! Ele tá escrevendo pra isso mesmo!
E nós também!
Abrêço!
língua afiada
domingo, julho 20th, 2008Mas não se trata da Dercy! Só queria avisar ao leitor que não tem a língua afiada, tem alguma dificuldade ou dúvida às vezes, assim como eu, em construções textuais e coisas do gênero: Contamos agora com a Tele-Gramática! Maravilha, não? O número é 3218-2425 (se você não é de Curitiba terá que discar o código 41, ou procurar serviço semelhante em sua área geográfica).














