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vamos começar?

By ßøRðe® | dezembro 30, 2008

“A vida é aquilo que nos acontece enquanto estamos ocupados fazendo outros planos” [que eu li no orkut da Mana], e "Se você consegue viver sem passar o tempo todo analisando tudo que está vendo, pensando e sentindo, sorte sua" [do Pellizzari, que encontramos no orkut do meu querido companheiro de blog], são frases que podem soar tão piegas quanto o pouco difundido tratado avunculocal, porém, devo dizer que bati parte do dia teclas por esta região harmônica.

Chegada hora de dormir [pra variar] resolvo [finalmente] escrever-lhes algo sobre meu sumiço. Em parte reconheço que a empresa que me conecta à rede e meu recesso na semana passada contribuíram, mas isso não basta! Você, frequentador assíduo de nosso sítio, bem sabe que, caso meu desejo fosse, postaria donde estivesse. Falando com uma amiga queridissíssima hoje no msn [após anos sem entrar no msn] consegui resumir em uma frase o porquê de minha paumolescência, não copiei e fiquei sem minha própria resposta. Mas ela me ajudou a recobrar parte da essência neste post [embora a essência de seu post em nada se assemelhe com minha intenção e 1979 seja o ano em que eu nasci].

Óbvio: “cada qual no seu canto e em cada canto uma dor, depois da banda passar”, ou antes mesmo que passe. Meu último post é de 10 de dezembro e vamos combinar que nem foi muito bom. Aliás, falei do encontro que rolou em Londrina e eu nem fui por motivos de força maior. Neste mesmo dia teve show do Lenine e eu vi aquilo com olhos de criança do interior que cai de pára-quedas no meio da Disney World. O show do cara foi algo de arrepiar os cabelos da nuca e o melhor ainda foi que, ao final, no bis, ele diz “40 músicas lá e vocês escolhem essa” e começa com Jack Soul Brasileiro. Ok! Docaralho o som! Mas ele subiria no meu conceito saindo sem tocar [mesmo sendo a mais votada no tal site que eu nem sabia que rolava]. E cadê meu tesão de contar isso a vocês? Isso que também teve show do Moska dia 06 hein.. E também foi phodástico!

Agora olho pro meu braço esquerdo e vejo uma fita-pulseira-não-sei-como-chamar-isso escrito “Eu preservo a Ilha do Mel”, de onde eu voltei domingo. Minha primeira vez lá. Sério, um dos lugares mais lindos que já fui e não quero postar sobre isso. Dia 25 foram 6 meses completos de minha “estréia” aqui, e daí? Péra lá! Que que tá pegando? “Será que sou eu na minha carteira de identidade?” Sim, sou eu! E muito mais lá do que aqui. Até quando?

Sei lá o que eu quero dizer com tudo isso e é provável que após esta publicação eu me ponha a pensar e queira falar mais a respeito. Sinto-me vivo e em condições de lapidar ainda mais este sentimento. Esse período afastado das info-vias tem me feito bem, tenho respirado novos ares e curtido bastante a idéia. Espero que não estejam sentindo tanto a minha falta [haHAhaHAhaHAhaHAhaHAhaHA!! é piada?]. Curtam suas famílias e entes queridos! Quando chegar em casa dê um abraço um pouco mais apertado que o usual na primeira pessoa que aparecer, se isso soar esquisito, finja que é só bom humor e tente repetir aumentando a freqüência! [viram só como já posso escrever livros de auto-ajuda?]

Deixo um até logo com sabor de volto em breve e me ocupo um pouco mais disso aqui!

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Tudo novo de novo - Moska

Topics: auto-ajuda, graveleux, quotidianidades |

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