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onde é que está meu rock’n’roll?

segunda-feira, julho 13th, 2009

Hoje é dia do rock! Se alguém o encontrar por aí repasse o recado que estou à sua procura.

hard rock

Esta é uma lista das bandas de rock, por todo o mundo, classificada por década de fundação e subclassificada por ano de fundação, tendo antes de seu nome seu país de origem e entre parênteses, quando aplicável, seu gênero musical. Os gêneros musicais das bandas citadas são passíveis de discussão e nem sempre possuem uma resposta absoluta.

 

PS: deve estar mesmo sendo gerado esse tal que eu procuro!

o que existe é o mesmo ovo de sempre chocando o mesmo novo

domingo, junho 14th, 2009

E vejam só, eu cá pesquisando sobre meios de divulgação de mídias sonoras e caio com este artigo que o Andreas Kisser escreveu pro Yahoo! Brasil. Muito bom! Acho que o caminho é mesmo esse! A tendência tá apontando pra isso já tem um tempo. Eu, particularmente, nunca joguei esses games sonoros – o máximo que me aproximei disso foi no saudoso ‘Rock’n Roll Racing’. Já tinha visto numa vitrine a guita exclusiva do Aerosmith, fiquei curioso; não sabia do lançamento do Metallica no mesmo formato. Agora, com os Beatles a coisa mudou de figura, terei que fazer o test drive do jogo só pra ver qualé. E o Andreas já adianta que o Pearl Jam tá entrando na onda. Enfim, saca só se não dá vontade de ver o troço rodando:

Ok! esse é só o tiragosto, uma divulgação do game que está prometido pra 09.09.09. Mas diz aí se não deu coceira nos dedos!? Claro, seguindo o citado artigo, dá pra saber que o game tem fins de entretenimento, ninguém vai aprender a tocar guitarra jogando a parada. Porém, minha opinião é que este tipo de artifício possa potencializar o desenvolvimento de um maior interesse pela música, pelo aprendizado de um instrumento. Fomentando isso tudo, quem sabe não começam a surgir por aí novas idéias?
Eu, vocês já sabem, ainda faço parte da velha guarda. Sou adepto do vinil, tenho pilhas de k7s, e, inclusive, vídeo cassete e inúmeras fitas com shows, clipes e afins; mas tô nessa pós-modernice toda também. Show must go on, disse alguém uma vez. Bem, queiram ou não queiram, virtualizados ou não, vejamos que uvas brotam desta safra! 

 

E só pra finalizar, sugerindo um game musical à responder Andreas Kisser e aproveitando o ensejo dos completos 6 anos de seu falecimento, pergunto: por que não Itamar?

 

website oficial: http://www.thebeatlesrockband.com/

Barna is back

sábado, maio 30th, 2009

Banner_arrigo_OABS

Repetindo o encontro de 2006, a Orquestra À Base de Sopro vem gravar o seu primeiro DVD executando uma obra elaborada especialmente para ela por Arrigo Barnabé: “Metamorfose”; além de uma adaptação do clássico de 1980 “Clara Crocodilo”, com a presença do autor e as cantoras Daniella Gramani, Helena Bel e Thayana Barbosa.

Pois é, moçada. Taí ó! Tem que ver porque é demais! Na ocasião deste primeiro encontro, em 2006, estive lá pra conferir [foram 2 exibições no teatro do museu do olho, e claro que eu fui nas 2!] e saí muito satisfeito com o que vi. Portanto, o convite está feito aos nossos leitores. Pra quem não conhece a obra do cara e da OABS esta é a oportunidade perfeita!

Classificação: Livre
Dia 4 de junho, 21h. Abertura do teatro a partir das 20h30
R$ 20 (valor sujeito a alteração); Portadores do Cartão do Teatro Guaíra tem 30 % de desconto
Pontos de Venda: Bilheteria do teatro (atendimento de segunda a sábado, das 12 às 21h)
Endereço: Conselheiro Laurindo, s/nº - Centro, Curitiba (PR).
Telefone: (41) 3304-7982

ah!, a música…

quinta-feira, maio 21st, 2009

Ando sempre entre tapas e beijos com a moça! Intempestivas intempéries arrobam minh’alma volta e meia, então nos separamos – mas nunca por muito tempo. E me ocorre justo esta volta agora mesmo. O Dimi, exímio professor de máximas, uma vez, quando questionado se se lembrava de uma canção, respondeu “como é que eu vou lembrar se eu não esqueci?”. Fabuloso, não? Se bem que hoje ele deve ter se esquecido. Eu não consigo! Uma nova banda se forma, e com amigos! Com ela todo o way of life musical; pensamentos melódicos, compassados e tímbricos. Qualquer coisa – como a querida camisa da seleção, por exemplo – é motivo pra samba – rock, funk ou baião.

Em meio a impulsos tendentes à busca de uma linguagem, o mundo externo. Este parâmetro/referência tão influente – “mar aberto, mar adentro, mar imenso, aberto, sem cais” [Veloso]. É, tô ouvindo esse zii e zie, disco novo do Caetano. Prefiro os antigos; no que diz respeito à identificação parei no Noites do Norte, mas isso é coisa minha. Sua poesia e sonoridade são outras e até acho isso válido, eu é que não queria congelá-lo! Apesar de nossas diferenças – e queda – ainda estou mais perto dele do que do Coldplay, que é outra coisa que ouvi. Lançaram o Leftrightleftrightleft, para download gratuito, como uma homenagem aos fãs; aí fui lá sorrateiramente, como não fã que sou, e baixei. Enfim, chover no molhado afirmar minha medíocre tolerância – principalmente depois de ler Regis Tadeu quebrando tudo –, vide, por exemplo, o comentário do Nélio: “estávamos em casa discutindo o seu gosto musical”. Ok! Cada um com seu palato, cada um com seu palato! Mas como o lance é linguagem e não paladar, língua torta à procura de um amor.

 

Como já descobrimos há muito tempo, a arte oferece satisfações substitutivas para as mais antigas e mais profundamente sentidas renúncias culturais, e, por esse motivo, ela serve, como nenhuma outra coisa, para reconciliar o homem com os sacrifícios que tem que fazer em benefício da civilização. […] as criações da arte elevam seus sentimentos de identificação, de que toda unidade cultural carece tanto, proporcionando uma ocasião para a partilha de experiências emocionais altamente valorizadas. E quando essas criações retratam as realizações de sua cultura específica e lhe trazem à mente os ideais dela de maneira impressiva, contribuem também para sua satisfação narcísica.

FREUD – O Futuro de uma Ilusão

 

Curitiba Calling

quinta-feira, março 19th, 2009

Postzinho rápido só pra lembrar aos nosso leitores que sexta feira próxima, dia 27, tem Curitiba Calling no Espaço Cultural 92º. O show de abertura fica por conta de Narciso Nada. Com duração de 3 dias, o Festival contará com bandas curitibanas, brasileiras e até umas gringas. Pra quem é chegado no róquenrôu, tá dada a dica!

curitiba_calling

SAIBA MAIS CLICANDO AQUI

NZ

 

 

E, sem querer boicotar, mas quase fazendo isso, dia 27 também rola Nação Zumbi no John Bull Music Hall. Se alguém for parceiro, a gente faz um translado e assiste tudo que for possível!

today’s best of

quinta-feira, março 12th, 2009

doors_hE a revista americana Rolling Stone continua com aquela coisarada de eleger o clash-usmelhor disco de todos os tempos. Desta vez o quesito  explorado pela votação popular foi ‘discos homônimos’. E o que é que deu? Funk na cabeça? Alô, alô tia Léia, foi Beatles! Sim, White Album é um apelido ao disco de 1968, originalmente entitulado The Beatles.

Saca só o Top 15 dos leitores da revista:
1 - The Beatles Beatles_-_White_Album-cover
2 - The Clash
3 - The Ramones
4 - Weezer
5 - Led Zeppelin
6 - The Doors
7 - The Velvet Underground
8 - Black Sabbath
9 - Van Halen
10 - Metallica
11 - Rage Against the Machine
12 - The Band
13 - Sublime
14 - The B-52’s
15 - Franz Ferdinand

LedZeppelinIParticularmente não entendo como o Weezer foi parar na 4ª colocação, superando Led e Rage, mas  tudo bem; “democracia tem dessas coisas”, diria meu prezado amigo Gelson.

Só queria deixar um detalhe importante e que deve ter black_sabbath_1970_self_titledpassado batido aos ouvidos desatentos. Aliás, este post só está aqui por este detalhe! O que me chamou a atenção foi que eu ouvi essa notícia do White Album ter ficado em primeiro no Jornal do SBT, ontem à noite. E posso dizer com propriedade que a edição dos jornais deste canal televisivo é mediana, tendendo a despencar pra pífia volta e meia – fora a redação, ramoenfim. Não sei se foi por acaso ou se o cara que montou a matéria  tem a mesma opinião que a minha, mas o que gritou em meus ouvidos enquanto se passavam imagens dos caboclos de liverpool e a Cíntia Benini lia seu TP foi que RageAgainsttheMachine-Rag11382_fas duas músicas tocadas são do disco Abbey Road!!! Oh! Darling e Mean Mr. Mustard. Achei fabuloso!! Então, ou, assim como eu, o cidadão tem como favorito o Abbey Road, ou não sabia o que estava fazendo e – característico da ignorância – achou que Beatles é tudo a mesma coisa e  tocou um ‘vai essas duas…’  Ê lá em casa!

Ano de lançamento dos discos em destaque:
The Doors – 1967
Led Zeppelin – 1969
Black Sabbath – 1970
The Ramones – 1976
The Clash – 1977
Rage Against The Machine – 1992

vá tomar na bossa, seu filho da nova

terça-feira, janeiro 6th, 2009

tom-ze-estudando-a-bossaJá tá na roda desde o ano passado o novo disco do Tom Zé. Depois de estudar o samba e o pagode – e muito provavelmente por ter completado 50 anos por esses tempos – agora é a vez da bossa nova. Os shows do Estudando a Bossa já estão rolando também. Fato que ouvi por esses dias de passagem [o que me desagrada quando não conheço a obra] e hoje resolvi escutá-lo com maior acuidade.

Alguns comentários são desnecessários, dentre os quais cito apenas a minha opinião de que Tom Zé é gênio. Quanto aos comentários que acho fundamentais: 
          1) a banda é a mesma e as participações são mais que especiais: Zélia Duncan, Fernanda Takai, Fabiana Cozza, Anelis Assumpção [filha d’O’ homem], Andréia Dias, Márcia Castro, Mônica Salmaso, Rita Lima, Jussara Silveira, Marina de La Riva, Badi Assad, Daniel Maia [produtor e diretor artístico do álbum] e David Byrne.
           2) Assim como o Estudando o Samba, de 1976, e o Estudando o Pagode, de 2005, o Estudando a Bossa não compreende musicalmente apenas o estilo estudado. Aliás, quem tem contato com a obra do cara sabe de sua assinatura sonora: cheio de altos e baixos, coros, choros, sambas, bossas, rocks, atualmente a aderência crescente à música eletrônica,  e a interlocução – essa tão fundamental peça chave. Destaque nesse último disco pro “solo de grito” em ‘Outra Insensatez, Poe!’, em que canta com David Byrne. 
          3) Ainda linkado ao comentário acima, tratando-se então de não estudar/explorar o ritmo de titulação às obras, de que se trata, pois? Bem, se você já viu Tom Zé falando sobre sua trajetória vai ter maior clareza deste ponto. Trata-se de um homem naturalmente à frente de seu tempo. Não tô dizendo que ele nasceu pronto, é sabido que ralou um bocado, passando pelos ensinamentos de Smetak e Koellreutter. O próprio considera seu berço ‘pré-gutemberguiano’, período em que a transmissão era oral – nem quero falar de psicanálise pra sobressaltar este tipo de transmissão sobre as outras. Acontece que o fruto que cai desse pé é um contador de histórias por excelência, que, aí sim, após ter estudado na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, tem tudo pra arrebentar a boca de qualquer balão que a consciência humana seja capaz de conceber. 
            Quando esteve aqui em Curitiba foi, na tarde de sábado, contar um pouco de sua história no teatro da reitoria. Fiquei pasmo quando presenciei a narração da concepção da tropicália, o desenvolvimento musical de seus principais elementos, e o cenário musical vigente no período – com direito a contrapontos do período pré e pós, diga-se de passagem; sem contar as pinceladas sobre a história da música, a instituição da escala diatônica, etc e tal. Em suma, o Estudando, no meu ponto de vista, traz consigo isso do historiar, a narrativa, vide como exemplo as faixas ‘João nos Tribunais’, ‘Solvador, Bahia de Caymmi’, ‘O Céu Desabou’, entre todas as outras na verdade [nesse quesito não dá pra escolher uma música ou outra, já que todas estão impregnadas]. Não ouso deixar de citar aqui toda a opereta Estudando o Pagode, ouça!
            4) E nessa de cantar histórias, méritos mil pra inventividade, a capacidade de autofagia-reciclável e as grandes sacadas [psicanaliticamente consideradas “tiradas espirituosas”]. Porque não basta ter enredo, tem que saber atuar. E isso ele sabe! Às custas de risos ou lágrimas. Destaque pra ‘Mulher de Música’ e, principalmente, pra parceria, nessa e em várias outras, de Arnaldo Antunes.

Tom Zé me ganha nestes últimos 2 pontos brevemente abordados. Comparando-o com dois outros grandes nomes da música e companheiros de movimento em algum lugar do passado, arrisco dizer que Tom Zé é Gil sem exoterismo e Caetano sem arrogância, só que ainda melhor que eles [segundo Charles Gavin, “o último cavaleiro do tropicalismo”]. Soa pra mim o capiau pós-moderno, tão anacrônico quanto Nietzsche e Freud. Meu grilo falante predileto! Aos 72 anos produzindo muito sempre, lançando disco, fazendo turnês, shows impressionantes no aspecto dinâmico e pelo vigor da execução.
Falando nisso, ele segue com o blog, o endereço fica aqui ao lado esquerdo, em nossa lista de amigos. Por enquanto podemos considerá-lo um link a mais ali, pensando meio que em um ‘amigo platônico’ já que tem também este tipo de amor, pra, quem sabe um dia, com bolero ou roquenrol…

Classe

quinta-feira, dezembro 25th, 2008

Só pra quebrar o recesso natalino com um pouco de sentimento autêntico.

Porque tudo pode piorar um pouco

domingo, dezembro 7th, 2008

christmas disco Em tempos de pujança e regozijo natalino, quando todos são subitamente contaminados por uma idiotia sem igual e o clima de festa e união destrói sem piedade qualquer senso crítico possível, ofereço um belo presente, digno de amigo secreto de empresa. Como se as canções natalinas já não fossem péssimas o suficiente, alguém com espírito natalino de porco agraciou o mundo com versões disco das preciosidades. Vale como curiosidade mórbida ou pra espantar a tia chata no final da festa.

shows em vista!

sexta-feira, dezembro 5th, 2008

Paulinho Moska, dias 05, 06 e 07/12, no teatro da caixa!
20 inteira e 10 meia!
Corra!

Lenine, dia 10/12, no teatro guaíra!
40 inteira e 20 meia!
Corra!

Ingressos do Radiohead começam a ser vendidos
hoje à meia noite no site ingresso.com.
Clique!

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